Testando 1, 2, 3…
January 21st, 2010Uma modificação num brush do photoshop e dá pra conseguir resultados bem bacanas… imagine…


Uma modificação num brush do photoshop e dá pra conseguir resultados bem bacanas… imagine…


Tava voltando pra casa hj e a imagem de um homem com cabeça em chamas me veio à mente. Resolvi então brincar com alguns lápis de cor q eu nunca usei, canetas novas q eu comprei e lápis 2B. Foi um bom exercício. Acredito q boa parte desta fase de experimentação e brincadeira se deve ao fato de eu estar em um ambiente com bastante gente talentosa. O meio influencia o homem? Acho q estou sentindo isso em primeira pessoa e constatando q a melhor coisa para se desenvolver qq habilidade é conviver com pessoas na mesma sintonia.


Um dos meus colegas de trabalho se chama Sergio Glenes. Sergio é muito bom. Quem quiser discordar de mim, basta visitar o blog dele. Quem desejar me dar razão, faça o mesmo. Uma coisa q ele me contou é q de tempos em tempos um tema costuma voltar ao seu trabalho. O mesmo pode acontecer com uma técnica. Há muito tempo não “riscava” nada no meu celular – q tem um aplicativo de desenho (o LGCookie) – e me peguei novamente usando a pequena tela do telefone pra desenhar e a temática é algo q às vezes bate à minha porta: terror…
Mandei um cartum para o salão de Caratinga há um bom tempo. Houve prorrogação de inscrições, percebi que o salão começava a ganhar uma projeção muito grande e o páreo duro. Mesmo assim fiquei na expectativa, sondando as listas de selecionados, prováveis vencedores, data dos resultados. A abertura do salão de Caratinga rolou na última sexta-feira, 27/09, mas a lista de premiados só rolou hj. E pra mim foi uma surpresa! Este cartum vem de uma “série” de desenhos q fiz em meados do ano falando um pouco sobre ecologia. Tive um premiado em Juiz de Fora e este foi na mesma linha, isto é, o dia em q a Natureza ficar de saco cheio do ser humano, mesmo, a gente não dura um minuto por aqui. Segue aí a imagem e a lista dos demais premiados. Parabéns a todos!
Bom gente, não será ainda q o Ombros de Gigantes vai ter lançamento, todavia vai rolar um de um outro livro ilustrei (fiz charges e tirinhas) durante este ano e q já comentei aqui no blog, é o Radar Sustentabiliade, da Ed. Salesiana.
Abaixo segue o convite. Quem estiver no Rio de Janeio neste período, e quiser conferir, estarei lá em Botafogo ao lado da autora. Quem puder divulgar, passe adiante.
Exemplos das ilustrações feitas para o livro:
Bom, para os amantes e/ou curiosos da ilustração, há um bom tempo já rola no meio uma revista em PDF q reúne um material muito bom sobre ilustradores da velha e da nova guarda. Nesta edição, tanto a capa qto a primeira matéria são de um cara q eu conheci nos bancos da universidade. O garoto já era um prodígio no lápis e papel e ao pegar o photoshop pela primeira vez não parou mais: Thiago Hoisel. Na edição tem tb o Montalvo e o Spacca, dois caras das antigas e q continuam mandando muito bem. Detalhe: a revista é gratuita, aproveitem!
Este é o blog de um ilustrador, muito embora eu não tenha publicado muito meus trabalhos na área. Boa parte da “desculpa” se deve à minha adaptação ao novo trabalho, sobrando pouco tempo para produção extra. Pelo menos até agora. Recentemente fui procurado para fazer uma ilustração para um site… pornográfico! O cliente queria trabalhar sensualidade sem vulgaridade, com toques de humor. Achei a proposta interessante. Não sou santo, nem puritano. Topei pois não vi baixaria no trabalho e o site – apenas uma página de cadastro até o momento – ficou bastante elegante. Ao invés de publicar apenas a ilustração final, resolvi mostrar algumas imagens do processo, certo?
Do briefing, fiquei sabendo de um lugar em Amsterdam (sempre Amsterdam, hehehehehe), chamado Red Light District, que vive em função do sexo, inclusive com vitrines onde as mulheres exibem suas curvas e formas aos transeuntes. A ideia era fazer uma cidade e chamá-la Camsterdam, aliás este é o nome do site. Como não haveria muito tempo para fazer uma cidade nos moldes das que já fiz para o Globo.com, optamos por uma rua e duas personagens: um cafetão (que é o prefeito da cidade) e uma mina segurando uma placa com a contagem regressiva para o lançamento do site. Diante das informações iniciais, parti para os esboços:
Fiz então duas propostas de “girls” e um cafetão no estilo BlackEyedPeas, além de um estudo para a tal rua de Camsterdam. O cafetão havia ficado muito simples e era uma personagem que o cliente queria apostar muito. Algumas observações sobre a mina foram feitas e após mais referências, cheguei ao perfil das personagens:
Aprovados os layouts, vetorizei e trabalhei as cores no Illustrator, separando cada objeto para facilitar o trabalho do Pouzada, o designer q trabalhou no projeto e meu contato com o cliente.
Trabalhei com cores berrantes, “falconianas” para o cafetão e carreguei nos vermelhos para o fundo, mas o cliente sugeriu modificações para as cores utilizadas, bem como a posição da placa (q ficou estranha atrás da cabeça da garota) e outros detalhes.
Abaixo, o trabalho finalizado e já aplicado ao site, q pode ser conferido no endereço Camsterdam.net:
Estou de férias… pelo menos parcialmente. Aí me dei uma viagem com um curso na bagagem. Não curto muito a ideia de viajar para não fazer nada, acabo achando muito chato. Então pintou a chance de fazer um workshop de ilustração em Maresias, região muito bonita de São Paulo. Foram 2 dias e meio intensos, imersão total. Na noite de sexta-feira, partimos para comer alguma coisa (pizza, na verdade!) nos ótimos restaurantes vizinhos à pousada e me chamou a atenção o formato da “redonda”, q assumiu nova geometria e virou pizza retangular. Existe um célebre problema q nos remete à antiguidade: consiste em fazer um quadrado cuja área seja igual à de um círculo dado. À primeira vista parece fácil, todavia, dizem, trata-se de problema de dificílima, talvez impossível, resolução. Bem… quando a “quadrada” foi servida, o q menos queria saber era de matemática!
Aí, no dia seguinte e no domingo, como diriam os baianos, foi “pau-viola” e o Montalvo Machado, desceu o sarrafo, metralhando técnicas, dicas, “causos” e energia para uma platéia quase hipnotizada.
Boa parte do que ele apresentou veio do fruto de anos trabalhando com ilustração, além da experiência vivida na Illustration Academy, uma mega escola de ilustração nos EUA q, confesso, fez reacender uma chama de fazer algo fora do país… Os olhos do cara brilhavam como criança ao citar os mestres da escola e eu já havia visto bastante coisa sobre eles. Quem sabe, no futuro.
O q mais gostei foi do fato de q tudo, TUDO, era artesanal: tintas, pincéis, rolinhos, papéis. Ali, digital só as fotos tiradas e os vídeos apresentados no Mac do instrutor. Eu adorei sentir novamente o cheiro desses materais e me fez lembrar de um momento lá no passado, qdo um colega de faculdade me perguntou se eu ainda fazia umas coisas com tinta, escova de dentes e outras “tranqueiras”. Curtia ficar com as unhas sujas, a ponta dos dedos de azul, preto ou vermelho, pois era difícil tirar todo o resíduo de uma vez só… Minha vida nômade me leva de um lugar para outro, de quarto para quarto e não é fácil levar todo o material na bagagem. A pressa, a velocidade e a praticidade quase me empurram a fazer tudo no computador, simular aquarelas, pastéis, pinceladas em programas de computação gráfica. Bate a vontade de ter um estúdio, um atelier, um lugar pra sujar, pra amontoar, pra voltar a ser criança de novo…